Espaço Naturológico | Terapêutico | Preventivo

Arquivo para setembro, 2010

Florais de Bach: Rescue Remedy

 

Por Márcia Watanabe Hitaka

 

A doença é única e puramente corretiva; nem vingativa, nem cruel, é o meio adotado pelas nossas próprias almas para mostrar-nos os nossos erros, impedir-nos de cometer erros maiores, obstar a que façamos mais mal e trazer-nos de volta ao caminho da Verdade e da Luz, do qual nunca deveríamos ter saído”. E.Bach


Frisando que os florais não substituem o tratamento médico convencional quando este se fizer necessário, mas podem atuar como terapia complementar.

Das essências florais do dr.Bach, o Rescue Remedy é o mais conhecido.  Indicado para situações emergenciais, para prevenir ou superar o trauma energético. Alguns exemplos: ao receber más noticias, se está prestes a fazer alguma avaliação/prova, se vai falar em público, antes de ir ao dentista, antes do exame da autoescola, situações de estresse, etc.

Recentemente, utilizei o Rescue para uma situação de luto. Eu estava chorando por dois dias seguidos. Ao iniciar a administração oral, já na primeira hora, senti os seus efeitos. Difícil encontrar palavras para descrever o meu estado emocional, mas a sensação que tive, é que a dor continuava lá, mas já não sangrava. Respeitando o meu estado emocional e o meu ritmo, ao final dos 30 ml, fiz a passagem para outras essências florais, mas isto é uma outra história, e pode virar assunto para uma outra postagem, voltemos ao Rescue.

O Rescue Remedy é uma combinação de cinco florais: Impatiens, Star of Bethlehem, Cherry Plum, Rock Rose e Clematis.

Qualidades da alma a serem trabalhados: Harmonia e serenidade.

Agora, um breve resumo sobre estas cinco essências, o perfil completo de cada uma será postado periodicamente neste blog.

Impatiens – aspecto negativo: tensão mental devido à frustração e a outras pressões. Aspecto positivo: Mais relaxado em relação às limitações dos outros e às situações desagradáveis.

Star of Bethlehem – aspecto negativo: choques e todas as suas seqüelas. Aspectos positivos: neutraliza o choque e seus efeitos, sejam eles imediatos ou retardados.

Cherry Plum – aspecto negativo: a beira de um colapso nervoso. Aspectos positivos: calma e tranqüilidade.

Rock Rose – aspecto negativo: pânico. Aspecto positivo: grande coragem.

Clematis – aspecto negativo: falta de atenção. Aspecto positivo: realista.

 

Posologia: Aos florais, normalmente, a indicação prescrita é de quatro gotas, quatro vezes ao dia. A exceção é o Rescue Remedy, cuja administração pode ser feita de dez em dez minutos, ou até que a pessoa sinta que recuperou o controle da situação. Pode ser pingado diretamente sobre a língua, cuidado para não deixar a pipeta tocar na língua ou na boca, para que não ocorra a transferência de enzimas digestivas para o frasco, o que poderia comprometer a durabilidade do floral. Se quiser, pode-se também pingar as quatro gotas em um copo com água e depois bebe-la.

Cuidados: Na literatura pesquisada não foi encontrada nenhuma contra-indicação.

Auto-prescrição: Muitas pessoas costumam pegar panfletos em farmácias de manipulação e se automedicam. As vezes, funciona, outras vezes, não. Por que? Como os florais tratam de aspectos emocionais e mentais, muitas vezes, pelo envolvimento com a situação, a pessoa pode ter dificuldades em se distanciar e fazer uma analise realista de si mesma. Em outras vezes, ela começa a listar os aspectos que gostaria de tratar, e quando percebe, há seis ou mais aspectos. A farmácia vai fazer e vender o que o cliente pedir, e neste caso, alguns autores recomendam que o número de essências florais a serem utilizadas no mesmo tratamento não ultrapasse o número de cinco florais. Particularmente, não recomendo mais de duas essências. Monari (2002) faz uma analogia comparando cada essência a uma chave. Cada chave, abrirá uma porta. Agora pergunto: quando essas portas se abrirem, você dará conta de lidar com seis aspectos emocionais negativos ao mesmo tempo?

Aqui vale a máxima:” Menos é mais”. Através de uma entrevista floral com um naturólogo e/ou terapeuta floral é possível reduzir esta lista, focando em alguns aspectos críticos ou emergenciais, pois a maioria, geralmente são sintomas gerados por um único (ou poucos) detonador(es).

 

Para saber um pouco mais, leia o post: Os remédios florais do dr.Bach.

 

Alguns autores indicados:

JONES, T.W.H. Dicionário dos remédios florais do dr. Bach. SP: Pensamento, 1998.

MONARI, C. Participando da vida com os florais de Bach. SP: Roca, 2002.

SCHEFFER, M.Terapia Floral do dr.Bach. SP: Pensamento, 2002.

 

 

Márcia Watanabe Hitaka é naturóloga. Para conhecê-la um pouco mais, acesse Profissionais.

 

(Crédito da imagem: badaueonline.com.br)

 

 


Medicina Esogética e a Cromopuntura

Por Daiana Strada


A Medicina Esogética foi desenvolvida pelo médico alemão Peter Mandel na década de 70 e compreende um extenso sistema terapêutico e de diagnóstico. Une a Medicina Tradicional Chinesa, Filosofia Indiana, Medicina Psicossomática, Psiconeuroimunologia, Astrologia e as indicações tradicionais das cores com as mais recentes descobertas em Biofotônica.

A palavra Esogética vem da união de Esotérica: teoria do conhecimento oculto, secreto, recolhido; mais Energia: teoria da energia informativa.

Baseia-se na premissa que a doença nada mais é do que uma informação incorreta entre as células. Esta informação se dá através dos biofótons e a irradiação de uma determinada cor pode oferecer a informação correta, levando a cura, reorganizando o sistema energético corporal e tratando desde os distúrbios físicos aos psicoemotivos.

Para o tratamento utilizamos a Cristaloterapia,Terapia de Indução de ondas cerebrais no corpo, o Óleo Esogético,  Cabala transferida para o corpo, Diagnóstico Energético dos Pontos Terminais (DEPT) e a Cromopuntura.

Diferente da Cromoterapia que utiliza as cores de diversas formas, no ambiente de trabalho, mentalizações e alimentação, a Cromopuntura realiza a aplicação pontual, através de uma caneta especialmente desenvolvida com as freqüências das cores testadas em pontos precisos e determinados. Estes pontos estão baseados nos meridianos verticais da Medicina Tradicional Chinesa, somado a novos meridianos horizontais e diagonais descobertos por Peter Mandel através de seus estudos de Diagnóstico Energético dos Pontos Terminais (DEPT).

Mandel testou durante anos a receptividade de cada ponto de acupuntura ou de segmento da pele, expondo-os a várias cores exatamente definidas, para testar sistematicamente a ressonância entre as cores em determinadas zonas e o seu respectivo órgão ou sistema.

Estes testes concluíram que a combinação destes pontos e zonas com a escolha específica das cores resulta num efeito regulador na exata área que causou o problema. As cores utilizadas na Cromopuntura incluem as sete cores espectrais do arco-íris, as freqüências infravermelhas e ultravioletas, tonalidades de cinza e quatro cores chamadas de espirituais (turquesa espiritual, verde luz, púrpura e rosa). Estas, como o próprio nome sugere, são usadas particularmente para atingir as causas inconscientes das doenças.

Não importa quão profundo está a origem da doença, na Cromopuntura é possível trabalhá-la e até neutralizá-la, sem que necessariamente seja verbalizado. Este importante método terapêutico permite um tratamento individual, sensível e sem efeitos colaterais, que inclui todos os níveis corporais e da consciência.

O Mandel Institut do Brasil, com sede em Itapecerica da Serra, oferece cursos de Cromopuntura e de Diagnóstico Energético dos Pontos Terminais (DEPT) segundo Peter Mandel, ministrados por Doris Wiegandt. Para saber mais, acesse www.institutocromopuntura.org.

Devido à escassez de material publicado em português, muitas dessas informações são retiradas de sites e do próprio curso de Cromopuntura, ministrado por Doris Wiegandt.

 

Alguns sites visitados:

http://www.iaol.com.br/corpoemente/texto.php?id_artigo=775&C=39&S=0

http://www.sitemedico.com.br/sm/materias/index.php?mat=905

http://esogetica.blogspot.com/

http://junic.unisul.br/2007/JUNIC/pdf/0103.pdf

 

Daiana Strada é naturóloga. Para conhecê-la um pouco mais, acesse Profissionais.


Terapia Bio-elétrica

 

Por Débora Pasquati

 

Royal Raymond Rife (1888-1971), um talentoso e criativo cientista norte-americano e de uma percepção interdisciplinar muito ampla, definiu uma linha de pesquisa sobre freqüência oscilatória, ondas contínuas, ondas amortecedoras, tubos a vácuo de Oudin reformulados, criando um novo tipo de terapia, a terapia bio-elétrica.

Desenvolveu uma teoria frequencial sobre as doenças, onde cada patologia era causada pela alteração de uma determinada freqüência de onda.  Construiu aparelhos que detectavam essas freqüências e, por ressonância, através de um gerador de rádio freqüência, destruía microorganismos, corrigindo as doenças apresentadas. Com esse invento totalmente testado, apresentou um grande número de casos de cura, inclusive, por outros terapeutas e médicos que passaram a utilizar seus inventos.

Pouco depois, a medicina ortodoxa oficial passou a boicotar, perseguir e até proibir que ele continuasse seu trabalho, pois ameaçava os grandes lucros dos laboratórios de medicamentos. Sendo que só a partir da metade da década de 80, essa terapia ressurgiu e diversas empresas de bio-eletroterapia e eletroeletrônica, passaram a desenvolver aparelhos terapêuticos utilizando os princípios do aparelho do Rife.

Dentre estes se destaca o Emissor de Frequência Portátil MI – Rife, aparelho com tecnologia fundamentada nos estudos de Rife e na máxima quântica de que tudo no Universo vibra e oscila. Ele é composto por uma unidade portátil capacitada para ler um chip (Smart Card), que foi previamente gravado com a freqüência desejada, e duas placas condutoras (tipo cardioclips) conectados na unidade, as quais criam um campo fechado de energia ao serem colocadas em contato com as extremidades do paciente. Por esse campo de energia, passa uma corrente eletromagnética, a qual se transforma em corrente iônica ao entrar em contato com a pele do paciente, passando para esse a freqüência do chip utilizado.

Para a retirada dos metais tóxicos, o aparelho atua com os princípios da biorressonância. Inicialmente, ele identifica no organismo do paciente a presença daquela freqüência específica, e então emite uma onda invertida negativa pura, por cataforese, que expele os metais pesados de dentro do organismo para uma gaze colocada nos cardioclips.

Quanto aos microorganismos, o aparelho também reconhece suas freqüências vibrando dentro do paciente, caso esse esteja contaminado, e faz a destruição desses através de sua ruptura, ao emitir uma onda frequencial contínua, tipo rádio freqüência, ressonante com a freqüência do microorganismo em questão. Parte das toxinas desses microorganismos destruídos fica na gaze colocada nos cardioclips, sendo que o resto é eliminado pela urina, suor e fezes.  Esse fenômeno é semelhante ao que acontece com a quebra de um cristal através da emissão de uma nota musical contínua, que entra em ressonância com o cristal, vibrando e rompendo-o.

“Um dia, o nome de Royal Raymond Rife poderá ascender ao seu devido lugar, como um gigante da moderna ciência médica. Até lá, sua fabulosa tecnologia permanece disponível somente para as pessoas que têm interesse em procurá-la.” Trecho do livro “A Conspiração do Câncer” de Barry Lynes (Pág. 73).

 

A terapia Bio-elétrica é proibida para portadores de marcapasso.

 

 

Para saber sobre os metais tóxicos mais estudados, suas fontes de contaminação e os sintomas que podem provocar, leia o post : Intoxicação silenciosa.

 

No mês de outubro, post sobre Estudos de Casos descrevendo diversos tipos de intoxicações.

 

 

Débora Pasquati é naturóloga. Há cinco anos, incorporou a terapia Bio-elétrica em seus atendimentos.

Para conhecê-la um pouco mais, acesse profissionais.

 

 


Intoxicação silenciosa

 

Por Débora Pasquati

 

Os metais tóxicos ou metais pesados são elementos químicos, alguns estranhos ao organismo humano, outros necessários a ele, que em excesso atingem níveis patológicos tornando-se extremamente maléficos à saúde humana.

Esses metais, ao serem ingeridos, inalados ou absorvidos pela pele permanecem não só nos vasos sanguíneos, mas também se alojam no interior de células de órgãos como o fígado, pulmão, ossos, cérebro, músculos, dentes etc., impossibilitando, dessa forma, sua detecção através de exames laboratoriais tradicionais.

Dependendo da quantidade e do tipo, a presença de metais tóxicos no organismo provoca implicações bioquímicas e biofísicas ocasionando sinais e sintomas que vão desde os vagos e passageiros como formigamentos, flatulência e zonzeira, até os de alta gravidade como lesões de DNA, provocando neoplasias.

A característica fundamental do metal tóxico é a de produzir depleções, ou seja, reduzir a ação de minerais essenciais específicos. Esses metais, agindo de forma direta, ou pela deficiência dos minerais essenciais, levam ao aumento de radicais livres causando lesões mitocondriais, alterações enzimáticas, hormonais e nos neurotransmissores.

Abaixo segue uma lista com os metais tóxicos mais estudados, suas fontes de contaminação e os sintomas que podem provocar:

 

ALUMÍNIO

→ Fontes de contaminação: medicamentos antiácidos (contendo hidróxido de alumínio) – chás de ervas – queijos – farinha de trigo – areação de panelas de alumínio (principalmente após contato com substâncias ácidas como limão, extrato de tomate e outras) – embalagens aluminizadas – desodorantes – tinturas de cabelo – tratamento de água (com sulfato de alumínio) – piscinas.

→ Sintomas: dores musculares crônicas – fadiga – gastroenterite – encefalopatia – angústia – redução da memória para fatos recentes – diminuição do crescimento – Mal de Alzheimer – expulsão do cálcio dos ossos (osteoporose) – queda de cabelo – dormência ou formigamentos quando se fica na mesma posição – distúrbios da fala – “dor do crescimento” nas crianças – gagueiras – hiperatividade – indisciplina infantil – anemia microcistica hipocrônica refrataria ao tratamento com ferro – alterações ósseas e renais – anorexia – e até psicoses – entre outras.

ARSÊNICO

→ Fontes de contaminação: carne de frango (contaminadas por hormônios para o crescimento) – vegetais folhosos contaminados por agrotóxicos – perfumes.

→ Sintomas: hipotireoidismo – hipertensão arterial – dermatites – mastopia fibrocística (nódulos nos seios) – cisto de ovário – câncer de pele, pulmão e fígado.

CÁDMIO

→ Fontes de contaminação: fumaça de cigarros – açúcar de cana (pulverização dos canaviais) – enlatados – chás – farinhas refinadas – mocotós – fumaça das indústrias em geral.

→ Sintomas: tonturas (labirintoses) – hipotensão arterial, inicialmente e depois hipertensão – cefaléia – anemia intratável – nefro toxidade – câncer de pulmão, bexiga, útero, ovário e próstata.

CHUMBO

→ Fontes de contaminação: cigarros – tintas – tinturas de cabelo – poluição provocada pelas emissões de automóveis – pesticidas – agrotóxicos.

→ Sintomas: fadiga crônica – cefaléia – hipertensão arterial – hiperatividade                 infantil – depressão – déficit de memória – dores abdominais – déficit cognitivo.

FLÚOR

→ Fontes de contaminação: principalmente água e creme dental.

→ Sintomas: fribromialgia – fadiga crônica – depressão – distúrbios de memória – visão  turva – e outros a serem ainda estudados.

MERCÚRIO

→ Fontes de contaminação: agrotóxicos – pesticidas – fungicidas – peixes (contaminação das águas dos rios pelo garimpo do ouro) – frutos do mar – obturações de amálgama nos dentes – termômetros quebrados (contato com a pele ou inalação) – vapor de lâmpadas fluorescentes.

→ Sintomas: depressão – tremores nos membros – quadro psicótico – irritação – distúrbios da fala e gagueira (principalmente em crianças) – convulsões – alergias respiratórias – alucinações – distúrbios de memória – baixo desempenho sexual – redução da imunidade.

NÍQUEL

→ Fontes de contaminação: margarinas e óleos hidrogenados – fertilizantes – panelas de aço inox.

→ Sintomas: dermatite – alergias – rinite crônica – depressão – hipoglicemia – emotividade – alergia de pele (bijuterias) – mutação de DNA – deplera o cromo (ação carcinogênica).

Na próxima semana, novo post sobre a Terapia Bio-elétrica, desintoxicando o corpo dos metais pesados.

 

Débora Pasquati é naturóloga. Para conhecê-la um pouco mais, acesse profissionais.

 

(Crédito da imagem: aquariuspage.blogspot.com)