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Arquivo para julho, 2011

Óleo essencial Patchouli: Visão Xamânica, Ayurvédica e MTC

 

Por Fernanda Bonemann

 

Para saber um pouco mais sobre óleos essenciais, vejam os posts:Fragrâncias no ar, Óleo essencial e essência.

 

 

Xamanismo

Um dos aspectos sutis do óleo essencial de Patchouli (Pogostemum cablim), é a questão dos limites, saber quando dizer “sim” e quando dizer “não”.

No xamanismo, o Caminho do Guerreiro se refere ao poder pessoal, assim, é possivel relacionar este óleo ao tema: limites.

Todos os limites e determinações que podemos colocar, são revelados por essas duas palavras: Sim e Não.

Muitas vezes dizemos “sim” quando queremos dizer “não” e dizemos “não” quando na verdade queremos dizer “sim”. Isso nos leva a questionamentos, sobre o que estamos dispostos a fazer realmente.

Inicialmente, faz-se necessário entender a diferença entre “sim” e “não”, depois, determinação, uma forma correta e clara de comunicação para a efetiva liderança.

Segundo Marimon (2011):

“[…] O caminho do líder exige que respeitamos nossos limites e determinações, assim como os limites e determinações dos outros, de modo a nos tornarmos negociadores flexíveis por sabermos apropriadamente dizer ‘não, isso é um limite’, e ‘sim, isso é algo que estou disposto a fazer’”.

O principio do guerreiro é justamente mostrar-se e optar por estar presente e esta presença significa a recuperação do poder. Ainda, segundo Marimon:

“[…] No caminho do empoderamento, devemos trilhar o caminho no qual optamos por ‘estar presentes’, trazendo à frente as quatro inteligências: mental, emocional, física e espiritual. […] O homem que apresenta o poder da liderança desenvolvida, demonstra honra e respeito por todas as coisas, faz uso da comunicação criteriosa, estabelece limites e determinações e é responsável e disciplinado.’

 

Medicina Tradicional Chinesa

O elemento Terra possui muitas particularidades com o óleo Patchouli, pois representa a matéria sólida que o espírito vivifica e pela qual se manifesta. O Patchouli traz como aspecto sutil, a consciência corporal, os limites e a sabedoria do corpo físico. Sobre o elemento Terra, Ross (2003) afirma que:

“[…] Se o espírito não estiver sedimentado adequadamente no corpo físico, o indivíduo pode se sentir desamparado e irreal, instável emocional e intelectualmente. Ou, então, quando as pessoas tentam negar o corpo físico, como ocorre na anorexia, prejudicam tanto a fisiologia como o fluxo de amor em suas vidas.”

O elemento Terra tem como representação, a mãe, que nutre o corpo físico, que cuida, protege e toma em seus braços o bebê, para que o mesmo se sinta seguro, tanto no aspecto físico como no emocional.

Esta capacidade de cuidar, de ser estável, agradável, carinhoso pode ser uma característica de Baço, que segundo Ross é:

“[…] Responsável pela assimilação de energia para o corpo e sua distribuição para todo o sistema. A nutrição, em nível físico, liga o centro do Baço com o centro Dan Tian e com os Rins, que armazenam a energia. A nutrição, no nível emocional, liga o centro do Baço com o centro do Coração e, no nível mental, liga os centros do Baço e os centros da Fonte.”

A principal função do Baço é a nutrição, tanto do corpo físico, quanto do emocional e mental.

 

A tabela abaixo mostra as desarmonias do Baço dos tipos Yin e Yang:

 

Desarmonia do tipo

Yin ou de Deficiência

Desarmonia do tipo

Yang ou Excesso

Mental

Nutrição intelectual precária

Excesso de estudo, congestionamento mental

Emocional

Insegurança, preocupações internalizadas

Solicitude excessiva pelos outros, com tendência a dominar ou invadir a privacidade dos outros

Física

Má nutrição, fraqueza

Excesso de alimentação, obesidade

 

A Terra é controlada pela Madeira e controla Água. Podendo-se dizer também que a raiva domina compaixão e a compaixão domina o medo.

O elemento Terra tem como principal função, a preocupação e o cuidado com os outros. Para Ross, “[…] a preocupação é um misto das emoções de insegurança e de solicitude com a hiperatividade mental do elemento Terra”.

 

Medicina Ayurvédica

Na medicina ayurvédica, a constituição que possui mais identificações com o óleo Patchouli é o Kapha. Primeiramente, pela constituição estar relacionada à tendência a obesidade, seu metabolismo é mais lento, retendo líquido.

Kapha tem a presença do elemento Água, o que faz com que a pessoa de Kapha “se molde” com facilidade. Por isso sofrem mais com o frio e umidade. Preferem o calor, luz, vento e o clima seco.

Pessoas de Kapha sofrem pela falta de ação e de disciplina, podendo surgir o medo de experimentar novos caminhos. São pessoas românticas, choram com facilidade, são sentimentais, emotivos, delicados, leais, amorosos. Como característica negativa, demonstram muito apego e desejo, podendo ser possessivos e gananciosos.

Pode ser associado ao 1º e 2º chakras. De acordo com Sharamon, o 1o chakra é:

“[…] O chakra da raiz liga-nos com o mundo físico. […] Também é associado ao elemento Terra, e sua cor é vermelho da energia e da atividade no núcleo mais interno do nosso planeta. Confere-nos a firmeza terrena e o ‘solo firme’ debaixo dos pés, sobre o qual podemos construir nossa vida, e supre-nos, ao mesmo tempo, com a energia necessária para uma atividade criativa no mundo. Além disso, proporciona-nos força de vontade e estabilidade.”

Nos 1o. e  2o. chakras, temos a  sexualidade como função física e como meio de procriação. Função fisiológica: excreção, reprodução e imunidade.  Questões emocionais e espirituais: ligação com a terra, medo e insegurança, instintos básicos de sobrevivência. Na questão de sobrevivência, é possível fazer associações com o aspecto de regulação da alimentação que o Patchouli traz.

O 1o chakra está relacionado à medula óssea, onde as células brancas/ vermelhas são produzidas. Um desequilíbrio aqui poderia acarretar anemias, deficiências imunológicas e perda de vitalidade.

“[…] Na teoria da medicina chinesa dos cinco elementos, acredita-se que o medo excessivo possa prejudicar o funcionamento dos rins (ligado ao terceiro chakra). Curiosamente, os rins têm uma relação hormonal (ainda que indireta) com os ossos e o sistema esquelético, cuja energia vital provém do chakra raiz. Os rins produzem um hormônio conhecido como eritropoetina que estimula as células precursoras da medula óssea a aumentar a produção dos glóbulos vermelhos. […] No próprio nível primário, os desequilíbrios do primeiro chakra tendem a ocorrer em pessoas que não estão ‘ligadas à Terra’ e que apresentam algum tipo de relacionamento inadequado com a própria Terra. Falta-lhes um sentido de ligação com a Terra e muitas vezes sentido que o mundo é um lugar ameaçador.”  (GERBER, 2000, p. 66-70)

Ainda segundo Gerber (2000), o nível de relacionamento do primeiro chakra é Tribal. Ou seja, regras e leis que devem ser mantidas. São os limites que a vida em sociedade pede. Os limites que o Patchouli trabalha.

No 2o. chakra temos: relação entre duas pessoas. A tentação para pessoas casadas de terem casos extraconjugais. Um teste para o seu código de ética pessoal. Outras questões que influenciam a atividade do 2o chakra têm relações com diferentes aspectos do poder e do controle sobre outras pessoas.  (GERBER, 2000, p 71).

 

 

REFERÊNCIAS

CHOPRA, D. Saúde perfeita. 10a. ed. São Paulo: Best Seller, 2001.

FRAWLEY, D. Uma visão Ayurvédica da mente. São Paulo: Pensamento, 2007.

ROSS, J. Combinações dos pontos de acupuntura. São Paulo: Roca, 2003.

GERBER, R. Um guia prático de medicina vibracional. SP: Cultrix, 2000.

MARIMON, R.G. Apostila da cadeira de Xamanismo – material não publicado – curso de Naturologia Aplicada – Unisul: 2011.

 

 

Fernanda Bonemann é psicoterapeuta. Graduanda em Naturologia Aplicada. Para conhecê-la um pouco mais, acesse Profissionais.

 

 

(Crédito da imagem: http://www.wikipedia.org/wiki/patchouli).


A voz das Avós…

 

…compartilhando

 

 

Por Daiana Strada

 

 

Em outubro de 2004, treze avós vindas de diversas partes do mundo se reuniram em Nova York através do convite do Center of Sacred Studies (Centro de Estudos Sagrados) que buscava a formação de uma rede de resgate das essências tradicionais. Muitos convites foram enviados e 13 avós, do Norte, Centro e Sul das Américas, da Ásia e da África, responderam. Assim se formou o Conselho Internacional das Treze Avós Nativas.

Neste primeiro encontro, as Avós perceberam que tinham a mesma voz e surgiu uma aliança de prece, educação e cura, com a missão de levar adiante a sabedoria dos ancestrais promovendo a paz e a cura da Mãe Terra e de seus habitantes, para as próximas sete gerações.

O Conselho tem se reunido freqüentemente em diversos locais do mundo para discutir sobre as mudanças climáticas, sustentabilidade, desmatamento, valorização do feminino, compartilhando sua fé e seus rituais promovendo a paz e resgatando assim as raízes da humanidade que se encontram na sabedoria dos mais velhos, nas tradições antigas.

Este ano o conselho se reúne em Brasília de 21 a 24 de outubro para o X Reunião do Conselho Internacional das Treze Avós Nativas (http://www.grandmotherscouncil.org/). Serão quatro dias de encontro debatendo sobre assuntos de interesse global com pessoas do mundo todo que compartilham seus ensinamentos, seus rituais de cura e benção. Estes debates resultam em ações juntamente com o governo local, nacional e o Vaticano.  Estes fóruns mundiais tem como objetivo promover o diálogo intercultural e inter-geracional, apoiar a valorização dos conhecimentos tradicionais e unindo as diferentes tradições para buscar soluções para os problemas que o mundo enfrenta.

 

“Nos unimos para proteger as terras onde vivem nossos povos e das quais dependem nossas culturas, salvaguardar com segurança a herança coletiva das medicinas tradicionais e defender a própria Terra. Acreditamos que os ensinamentos de nossos ancestrais iluminarão nosso caminho em meio a um futuro incerto.”  (Disponível em:http://www.avozdasavos.org/conselho.html/. Acessado em: 20 de julho de 2011).

 

O evento é gratuito, mas precisam de voluntários, desde o preparo das refeições, tradutores, divulgaçã, motoristas, médicos, terapeutas e cuidadores. Para saber mais acesse www.avozdasavos.org.

 

Isso me lembrou o livro: Mulheres que Correm com os Lobos. “Las lobas” voltam a se reunir para a criação de seus filhos.

 

 

Daiana Strada é naturóloga. Para conhecê-la um pouco mais, acesse Profissionais.

 

 

(Crédito da imagem: http://www.avozdasavos.org/conselho.html).


Genética, hereditariedade e metafisica

  

Por Débora Pasquati

 

Para acompanhar os textos sobre Metafisica, leiam também os posts: Metafisica I, Metafisica II e Nova realidade de vida.

 

Diferentemente do que se acredita numa visão médico-científica de que o único modelo organizacional do corpo humano é a genética, a concepção metafísica nos traz a realidade de que apenas os genes compatíveis com a constituição interior de cada um vão se manifestar estampando no físico as particularidades da alma.

A metafísica não nega, de forma alguma, o fato de que todas as pessoas herdam os genes de seus pais, os quais são necessários para a constituição biológica. No entanto, não pode admitir, assim como a genética o faz, de que essa carga genética é o fator exclusivo e determinante das características fisiológicas apresentadas no corpo físico de uma pessoa.

Na visão metafísica, o corpo humano é organizado por uma consciência não desperta, que deixa intrínseca na alma uma estrutura organizacional das células desde sua formação embrionária. Nessa mesma visão, a mutação genética é determinada pelas condições do espírito reencarnante e não apenas por fatores físicos e externos, como acreditam aqueles que não consideram o princípio básico e inquestionável da reencarnação.

As profundas afinidades que existem entre os membros de uma mesma família são, primeiramente, perceptíveis pelo simples fato de estarem vivendo juntas um planejamento de vida. Essas afinidades são expressas no corpo revelando tanto aspectos positivos, como os potenciais e habilidades semelhantes, como os negativos que aparecem em forma de doenças hereditárias ou congênitas.

Nem todos os filhos de pais com uma doença caracterizada como genética, pela ciência médica, apresentam a mesma em seus corpos, evidenciando de que a hereditariedade não é o fator determinante e que de fato existem fatores individuais que, somados aos genéticos, determinam as condições nos corpos físicos.

Somos resultados de nossa condição inata que nos atraiu para uma família geneticamente compatível, para que se torne possível estampar no corpo as características condizentes com nossa própria estrutura interna, para que então possamos passar pelas experiências necessárias para nossa evolução.

Que fique então bem claro para aqueles que querem desenvolver sua consciência metafísica de que nem mesmo a genética pode ser responsabilizada por suas doenças, pois sempre existirá uma condição pessoal de responsabilidade do próprio doente, mesmo nos casos de doenças congênitas, quando os doentes em questão, são ainda apenas crianças.

 

 

Todo esse conhecimento metafísico você pode encontrar com mais detalhes nos quatro volumes da Coleção “Metafísica da Saúde”, dos autores Valcapelli e Gasparetto, da Editora Vida e Consciência. Livros os quais devem existir em todas as casas das pessoas que estão dispostas a tomar as rédeas das próprias vidas e deixar de apenas ir sobrevivendo um dia após o outro sempre procurando alguém ou algo para responsabilizar pelos seus próprios infortúnios e tristezas.

 

 

Débora Pasquati é naturóloga. Desde 2009 vem incorporando a Metafísica em seus atendimentos. Para conhecê-la um pouco mais, acesse Profissionais.

 

 

(Crédito da imagem: artigonal.com)


Florais de Bach – Perfil: Aspen

 

Por Márcia Watanabe Hitaka

 

O medo, na realidade, não tem lugar no reino humano natural, já que a Divindade dentro de nós, que somos nós próprios, é invencível e imortal; e se apenas nos déssemos conta disso, nós como filhos de Deus, não teríamos nada a temer”. Dr. Bach

 

Para estar por dentro da terapia floral, veja os posts: Os remédios florais do dr. Bach, Florais de Bach: Rescue Remedy e Florais de Bach no dia-a-dia.

 

Para a formatação do perfil abaixo, utilizei como principal referência o livro da Dra Carmen Monari (2002).

 

PERFIL: Aspen (Populus tremula)

I-                   Pertence ao grupo dos que sentem medo.

 

II-                Indicação:

Aspectos negativos: medo, de dia ou à noite, sem razão conhecida. Apreensão.

Aspectos positivos: ausência de medo, porque o poder do amor está por trás de tudo e supera todas as coisas.

 

III-              Qualidades da alma a serem trabalhadas: A aventura perante o novo e a harmonia.

 

IV-             Mensagem: é a essência que abre o caminho da aventura do viver. Ajuda a nossa percepção e sensibilidade a tornarem-se conscientes.

 

V-                Princípios a serem trabalhados: ritmo, perseverança e constância em nossa ação.

Aspen dá ritmo ao nosso pensamento, pois o individuo recebe muitas mensagens do inconsciente e fica confuso, atrapalhando seu ritmo de ação consciente.

 

VI-             Simbolismo: Viagem do inconsciente. Com Aspen, há o entendimento das etapas do inconsciente para poder ajudar o sofrimento da Alma, que fica presa em um ponto e este se torna sombrio e cinzento, envolvendo-nos em medo, depressão, certas somatizações corporais ou confusão na nossa real percepção do mundo. Para quem gosta de mitologia, há referências aos Doze trabalhos de Hércules – o desenvolvimento da força consciente – e a Odisséia de Ulisses, a viagem pelo inconsciente.

 

VII-           Cuidados ou contra-indicações: nada consta na literatura consultada.

 

VIII-        Eis como identifico o crescimento do meu potencial positivo Aspen:

“Consigo distinguir mais claramente os vários níveis de consciência. Percebo, cada vez mais,se um sentimento se origina do meu interior ou se eu o absorvo do mundo exterior”. M.Scheffer

 

 

Bibliografia consultada:

BULFINCH, T. O livro de ouro da Mitologia. Rio de Janeiro: Ediouro, 2006.

JONES, T.W.H. Dicionário dos remédios florais do dr. Bach. São Paulo: Pensamento, 1998.

MONARI, C. Participando da vida com os florais de Bach. São Paulo: Roca, 2002.

SCHEFFER, M. Florais de Bach. São Paulo: Pensamento: 2007.

 

 

Márcia Watanabe Hitaka é naturóloga. Para conhecê-la um pouco mais, acesse: Profissionais.

 

 

(Crédito da imagem: thebachdoctor.com)


Pedras II: Escolha, limpeza, energização

 

Por Márcia Watanabe Hitaka

 

No post: Pedras I : A energia das pedras e os chakras, coloquei várias opções de pedras para cada chakra.

 

Vamos às compras! Na hora de adquirir uma pedra, pense: qual a minha motivação? Qual chakra gostaria de trabalhar? E por fim, o orçamento. Algumas pedras são mais caras, por exemplo, Lápis-Lazúli e a Turquesa. Dependendo do uso, elas podem ser substituídas por outras opções mais acessíveis.

Na loja, supondo que você vá comprar a Ametista, separe várias que a atrairam, seja pela tonalidade, tamanho ou formato. Coloque uma de cada vez na palma da mão, sinta a sua energia, mentalize a sua motivação. Não tenha medo de seguir a sua intuição, ouça-a.

 

Sobre as pedras, Cunningham(2001), explana  sobre a importância do formato:

Pedras redondas – Simbolizam os poderes receptores do universo, o magnetismo e a Deusa-Mãe. Essas pedras revelam o segredo da espiritualidade e desenvolvem a sensitividade.

Pedras finas e compridas – São caracterizados como símbolos fálicos, embora não estejam  incluídos os cristais de quartzo ou outras pedras cristalinas. Elas são emissoras e representam a eletricidade e o Grande Deus das religiões pagãs.

Pedras ovais – Utilizadas para estimular a criatividade e as novas idéias.

Pedras quadradas – Simbolizam a Terra, utilizadas para obter prosperidade e abundância. Também promovem a estabilidade e o centramento.

Pedras em forma de coração – Utilizadas para estimular e atrair o amor. Podem ser carregadas para atrai-lo para sua vida ou para aumentar o amor interno, permitindo-lhe receber e dar afeto.

Pedras triangulares – São usadas ou carregadas para ter proteção. Para proteger a sua casa, coloque uma pedra triangular na janela que dá para a rua mais próxima.

Pedras em forma de L – Trazem sorte, talvez porque essa forma sugere a combinação do espiritual com o físico. Podem ser utilizadas como talismãs.

Pedras que lembram parte do corpo – São usadas para curar ou reforçar a parte correspondente. Quando bem delineadas, constituem pontos importantes para a visualização dirigida.

Pedras piramidais – Raras na natureza, mas muito comuns nas lojas, concentram e liberam energias pela extremidade.

 

Depois de ter adquirido a sua pedra, antes de utiliza-la, é necessária uma limpeza. Numa vasilha de vidro, coloque um pouco de sal grosso e água até cobrir a pedra. Deixe pelo menos 02 horas. Depois, coloque-a ao sol, para  energiza-la. Não há prescrição para quantas horas ao sol se faz necessário. Ao final do dia, recolha-a, coloque em sua mão receptora (geralmente a esquerda, ou a direita para canhotos) e sinta sua energia. Se as vibrações são regulares e saudáveis, a limpeza foi efetuada. Alguns autores pesquisados dizem que depois do sol, dependendo da sua utilização, a pedra pode ser energizada pela lua cheia, infelizmente, o autor não explicou o por que desta fase lunar em detrimento das outras.

Finalmente vamos utiliza-la, pegarei o 2o chakra como exemplo.

Estou com uma Fluorita, já limpa e energizada pelo sol. Coloco-a em minha mão emissora (geralmente a direita, ou a esquerda para os canhotos) e visualizo a minha necessidade para a pedra, este processo chama-se Programação. Transfiro a minha energia e pensamentos de trabalho visando, por exemplo, estimular a criatividade e abertura para novas idéias. Coloco a pedra programada sobre o 2o chakra e inicio uma meditação.

Todas as pedras adquiridas devem passar por uma limpeza e energização antes de serem utilizadas. Após estarem energizadas, programe-as, sejam para trabalhos corporais ou para proteção de um local. Repita este processo periodicamente ou sempre que sentir que a sua pedra necessita de uma nova limpeza.

 

 

Bibliografia consultada

CUNNINGHAM, S. Enciclopédia de cristais, pedras preciosas e metais. São Paulo: Gaia, 2001, 2a edição.

STARK, K., MEIER, W.E. Prevenções e cura com pedras. Rio de Janeiro: Robafim, 1998, 2a. edição.

 

 

Márcia Watanabe Hitaka é naturóloga. Para conhecê-la um pouco mais, acesse Profissionais.

 

 

(Crédito da imagem: gabi-peixoto.blogspot.com)