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Arquivo para outubro, 2011

Respiração: a essência da vida!

 

Por Fernanda Bonemann

 

A respiração reflete nosso estado físico, mental e espiritual. Todos os métodos que usam exercícios e técnicas de recuperação iniciam pelo treinamento da respiração adequada.

Desde a antiguidade, o estudo da respiração foi o centro de várias culturas. Os hindus chamam-na de prana, que significa literalmente “vida”, isto é, “força vital”. Os chineses chamam-na de chi, os polinésios de mana, os ameríndios de orenda, os antigos alemães de od e assim tantos outros povos deram uma grande importância para a respiração, tratando-a como uma energia vital.

Os relatos mais antigos sobre as investigações desta energia vital, pertence aos hindus, pois já existem menções sobre o prana em um dos quatro vedas. Os vedas são antigas escrituras hindus, que serviram de base para toda a filosofia e religiosidade da Índia. Segundo a tradição, os conhecimentos contidos nestes documentos foram revelações divinas recebidos por homens sábios chamados de rishis. Os vedas são datados de4.500 a 2.500 anos AC.

A respiração, completa e profunda, é a ferramenta mais completa para um bom funcionamento energético, fonte de uma saúde física e emocional equilibrada. São antigas as tradições que desenvolveram práticas para equilibrar essa energia dentro do corpo com o uso de respirações ritmadas e sincronizadas a movimentos corporais. Na Índia, encontramos o Yoga com o objetivo de equilibrar o corpo e a mente, através dos pranayamas, que são técnicas de respiração. Na China, o Tai-chi-chuan através de movimentos sincronizados com a respiração procura a captação do chi, que é uma energia mais sutil, que a nível físico, ao circular livre pelo corpo, harmoniza a circulação sanguínea e coloca todos os músculo e articulações para funcionar.

A respiração reflete a dinâmica de todo o nosso sistema corpo-mente, e a respiração é a chave para muitas recordações e afloramentos emocionais. A prática de respiração adequada e o uso de várias técnicas respiratórias como instrumento terapêutico é, portanto, fundamental para as terapias que visam o ser humano como um todo.

Um dos órgãos atingidos pelas couraças é o diafragma, que está ligado à respiração.

Na terapia biodinâmica, a respiração é vista como um indicador essencial daquilo que está acontecendo com o paciente/interagente, e com a expressão do seu estado emocional. O re-equilíbrio da energia emocional está intrinsecamente ligado ao reequilíbrio da respiração, por isso são considerados dois trabalhos inseparáveis. O ritmo respiratório relaxado constrói um senso de concentração. Consideramos que uma pessoa está voltada para si quando ela está ligada ao ritmo de sua respiração.

A respiração é a grande fronteira que sob o ponto de vista fisiológico separa domínios distintos que são atividades orgânicas subconscientes e a atividade voluntária. É impossível dar ordens diretas aos nossos órgãos internos, mas, o centro respiratório tem essa particularidade: além de funcionar de maneira autônoma como os outros centros vegetativos possuem o privilégio de ser comandado pelo consciente e colaborar com ele.

Os cientistas que estudam o comportamento humano atribuem a respiração da pessoa à sua qualidade de vida.

Animais e crianças ainda pequenas respiram corretamente e não precisam nem de orientação nem de ajuda para fazê-lo. Já os adultos, no entanto, tendem a apresentar padrões desorganizados de respiração, devido a tensões musculares crônicas, que distorcem e limitam sua respiração. Essas tensões são o resultado de conflitos emocionais que se desenvolveram ao longo do seu crescimento.

Os exercícios de respiração ajudam em conjunto com outros métodos terapêuticos a reduzir a tensão e restaurar o padrão respiratório natural. É preciso entender esses padrões de respiração natural e saber por que eles se desorganizam; é preciso aprender como liberar as tensões que desviaram o padrão respiratório natural.

A respiração normal, quando a pessoa está bem e tranqüila, ocorre com o ar sendo inspirado e expirado com tranqüilidade para baixo com a inspiração e para cima com a expiração. Com a inspiração, o diafragma se contrai e desce, permitindo a expansão dos pulmões quando eles inflam. Esta é a direção de menor resistência para a expansão dos pulmões. O abdômen se alarga através de um movimento para fora, para dar espaço ao movimento descendente dos pulmões. A pressão do diafragma também levanta as costelas inferiores, cujo movimento é acompanhado pela contração dos músculos intercostais. Mas a respiração mais relaxante é predominantemente abdominal, não tanto torácica. Nesta respiração, a pessoa toma o máximo de ar para um mínimo de esforço.

A respiração envolve uma ação do corpo todo; para os músculos pélvicos profundos que giram suavemente a pelve para trás e para baixo durante a inspiração, para alargar o ventre, e então a giram para frente e para cima, a fim de diminuir a cavidade abdominal durante a expiração. Este movimento da pelve para frente é auxiliado pela contração dos músculos abdominais.

Os movimentos respiratórios são como ondas. A onda inspiratória inicia fundo na pelve fluindo para cima até a boca, à medida que vai subindo, as cavidades largas do corpo se expandem para sugar o ar. Estas cavidades incluem além da pelve o abdômen, o tórax, a garganta e a boca. A garganta é especialmente importante; se a pessoa não a expandir na inspiração não poderá respirar profundamente. O problema é que em muitas pessoas a garganta está oprimida ou contraída para abafar sensações e sentimentos, particularmente a necessidade de chorar ou pessoas que não conseguem falar o que sentem.

A respiração está vinculada a voz. Para produzir um som, a pessoa precisa deslocar o ar através da laringe. E durante a emissão de um som se pode perceber a forma de respirar. Portanto, o respirar e o falar estão intimamente ligados, toda limitação no falar altera a liberdade de respirar adequadamente a essência da vida.

 

Bibliografia consultada

Apostilas do Curso Livre de Terapias Corporais e Biodinêmica – Professor Tarsizo de Oliveira. Catarsi:2005.

 

 

Fernanda Bonemann é psicoterapeuta. Graduanda em Naturologia Aplicada. Para conhecê-la um pouco mais, acesse Profissionais.

 

 

(Crédito da imagem: http://www.gettyimages.pt/detail/97612553/PhotoAlto-Agency-RF-Collections).


Aprendendo com Steve Jobs


Por Santiago de Moraes Silva

 

Algumas pequenas lições de uma grande mente.

 

Morreu há algumas semanas, uma das melhores cabeças que o mundo da informática já criou. Steve Jobs é uma lenda entre os aficionados pelo mundo digital. Desde cedo mostrou que não era mais um garoto prodígio, como muitos na década de 70 nos Estados Unidos.

Co-fundador da Apple, seu sócio Steve wozniak era o gênio que criava seus próprios computadores na garagem de casa. Contudo havia um problema, Wozniak não tinha a menor vocação para vender seus produtos – se é que tinha alguma vontade.  É ai que entra a genialidade de Jobs. Conseguir fazer um produto pouco atraente – lembre-se tudo isso começou nos anos 70, onde os computadores eram quase impossíveis de se usar, feios e não existia os recursos que temos hoje –  torna-se uma febre, quase uma religião entre as pessoas. Em uma famosa passagem no inicio da Apple, Steve Jobs procurou o diretor de uma grande distribuidora de refrigerantes e lhe propôs a direção da empresa recém-aberta com a seguinte indagação: “ Você quer vender água com açúcar para o resto da sua  vida ou quer mudar o mundo?”.

Sua personalidade era uma verdadeira dicotomia. Budista, fez quando jovem, uma viagem à Índia para meditações, em contrapartida tinha um carácter explosivo e imprevisível. Era um homem de poucas posses, em sua casa, apenas poucas cadeiras e alguns objetos essenciais faziam parte da mobilha. Por sua vez fabricava produtos para a massa consumista, que em poucos meses se tornariam obsoletos. Outra característica marcante de Steve era sua obsessão por design e simplicidade. Não admitia que um produto fosse complicado de se usar ou feio. Insistia que a experiência de compra de um produto Apple começa-se na abertura da embalagem e durasse o resta da vida do produto.

Jobs serve como exemplo para nos tanto no quesito “do que fazer” como no “que não fazer”. Vejamos o primeiro, dentro de um consultório devemos proporcionar uma experiência completa ao individuo, desde a recepção à despedida. Tudo deve ser condizente com a proposta do local e estar em harmonia com a personalidade dos profissionais. Atente para os mínimos detalhes, aqueles que ninguém leva em consideração. Sejam eles na decoração do consultório ou características do individuo que esta atendendo. Simplifique o tratamento ao ponto de torna-lo o mais eficiente possível ( lembre-se: a vida já esta muito complicada, o que pudermos simplificar, devemos simplificar.), torne-o belo, atrativo, envolvente. Passemos para o segundo quesito, o que não devemos fazer. Jobs era famoso por seus acessos de raiva e humilhações públicas dos funcionários. Jamais devemos aceitar humilhações e em hipótese alguma devemos humilhar alguém. Somos todos iguais, viemos do mesmo lugar e voltaremos para o mesmo lugar. Nada nos faz melhor ou pior do que o outro. O respeito deve prevalecer sempre. Entre os profissionais a regra é a mesma, por mais errado que o outro possa estar, devemos contornar a situação com o máximo de ética possível. Lembrando que, o que realmente importa é a integridade da saúde daquele que estamos cuidando.

 

Resumindo:

a)      Faça muito bem aquilo que se propôs a fazer;

b)      Atente-se aos detalhes, eles fazem a diferença;

c)      Simplifique aquilo que pode ser simplificado;

d)     Contemple o que é belo;

e)      Jamais humilhe alguém, pelo simples fato que ninguém merece.

 

 

Com apenas essas cinco lições que Steve nos deixou – na realidade existem milhares de outras – podemos dar um “upgrade” não somente aos atendimentos e resultados terapêuticos, mas em tudo que nos envolve: família, amigos, trabalho, comunidade.

 

 

Santiago de Moraes Silva é naturólogo.

 

 

(Crédito da imagem: http://www.tecmundo.com.br/steve-jobs/12755-a-trajetoria-de-steve-jobs.htm).


Metafisica VI: Sistema digestivo

 

Por Débora Pasquati

 

Leia também os posts: Metafisica I, Metafisica II, Nova Realidade de Vida, Genética, Hereditariedade e Metafisica e A doença sobre uma visão metafisica.

 

 

Aplicando as características da metafísica ao sistema digestivo, pode-se afirmar que o modo como um alimento é recebido e processado no interior de um organismo é o mesmo com que essa pessoa é capaz de lidar com os acontecimentos do mundo externo a ela.

Metafisicamente, o processo da digestão está diretamente relacionado à capacidade racional de aceitar e digerir as impressões com as quais nos deparamos diariamente em nossas vidas, assim como a capacidade que cada um tem de conseguir ou não suportá-las. Ou seja, diante disso, fica claro que somos sempre nós que determinamos se uma digestão será satisfatória ou prejudicial ao nosso organismo.

Portanto, as pessoas que apresentam maior capacidade para suportar positivamente as coisas que acontecem em sua vida, proporcionam a si mesmas um processo digestivo facilitado e conseqüentemente saudável.

Já as pessoas que não tem essa mesma capacidade, apresentam um apetite altamente influenciado pelas situações problemáticas que são enfrentadas no dia-a-dia. Quando uma determinada situação não é facilmente aceita, ela provoca perda de apetite, enquanto que esse se apresentará aumentado quando existir a necessidade interna de sufocar-se para não “estourar”, numa forma de expressar que seus limites psíquicos de aceitação foram ultrapassados em relação àquela situação que está sendo vivida.

O ato de alimentar-se simboliza por para dentro, aceitar, interiorizar as experiências e os fatos concretos da vida. Para um processo digestivo equilibrado devemos exercitar primeiro aceitar como as coisas vêm e então, à medida que for possível, altera-las para a forma que melhor nos agradar.

Além de aprender a receber o alimento da melhor forma possível devemos ficar atentos ao astral desses. Isso porque os alimentos que recebemos em nosso prato geralmente estão energeticamente contaminados por energias negativas que prejudicam a nossa saúde. Essa contaminação facilmente se dá em uma ou mais das muitas etapas pela qual o alimento passa até estar pronto para ser consumido, ou seja, na produção, no transporte, ao ser comercializado, cozinhado ou servido. As duas melhores formas de compensar qualquer energia negativa que possa existir em algum alimento são a reza e o agradecimento. Portanto, devemos começar a rezar e a agradecer diariamente pelo alimento que será ingerido.

Outro cuidado básico e extremamente necessário para favorecer um bom processo digestivo é a cautela na escolha dos assuntos que serão abordados à mesa, para que não chegue a existir uma discussão no momento em que se está alimentando o corpo. Da mesma forma, não é aconselhável assistir televisão, em especial aos noticiários, os quais só trazem problemas, tragédias e sofrimento para dentro dos lares, principalmente se esse lar está governado por pessoas que tem interesse em manter um bom nível energético e emocional aos membros de sua família.

 

 

Todo esse conhecimento metafísico você pode encontrar com mais detalhes nos quatro volumes da Coleção “Metafísica da Saúde”, dos autores Valcapelli e Gasparetto, da Editora Vida e Consciência. Livros os quais devem existir em todas as casas das pessoas que estão dispostas a tomar as rédeas das próprias vidas e deixar de apenas ir sobrevivendo um dia após o outro sempre procurando alguém ou algo para responsabilizar pelos seus próprios infortúnios e tristezas. 

 

 

 

 

 

Débora Pasquati é naturóloga. Desde 2009 vem incorporando a Metafisica em seus atendimentos. Para conhecê-la um pouco mais, acesse Profissionais.

 

 

(Crédito da imagem: flickr.com/photos/admiriam/4064477583).


Dançando com o mistério

 

Por Daiana Strada

 

Tem vezes que nos sentimos muito mais conectados com a presença de algo maior, de uma energia divina. É aquela presença que nos conforta, que acalenta as dores e intensifica nossa felicidade, pois é uma felicidade de agradecimento por esta força maior ter nos protegido e nos guiado.

Mas em inúmeros momentos esta se conexão se enfraquece. Então ouvimos uma música, vemos uma cena, lemos um livro e então esta conexão é sentida com força dentro do peito e nos faz relembrar nossa história. O que estamos trazendo na nossa mochila. O que carregamos que nos fortalece ou nos enfraquece.

Lendo o segundo capítulo do livro A Dança, todas estas sensações vieram a tona, e sim, me senti conectada…novamente. Lembrei de quando era pequena e tinha medo de fechar os olhos, porque sentia que saia do corpo. Tinha medo desta sensação porque ela era desconhecida e minha mente racional queria explicações. Tempos mais tarde entendi que isso poderia ser chamado de viagem astral. Mas nunca mais consegui acessar com tanta facilidade este canal. Como criamos couraças! Como perdemos a sensibilidade para dar lugar à razão. “Se não entendo prefiro não sentir!”

Mas ano passado, enquanto minha mudança para São Paulo acontecia, meus passos eram guiados por anjos, ou como queiram chamar. Tenho certeza disso! Tenho certeza que cada escolha que eu fazia era confirmada pela proteção da presença sagrada, pois só Deus sabe como essa mudança foi importante e muito pensada e pesada, mas como ela aconteceu de forma natural! Como se o caminho já estivesse pronto. Era só eu trilhá-lo.

A mudança foi feita e depois de um tempo, chegou a rotina, que me deixou por alguns momentos desconectada. Então, hoje, percebo que se sentir ligado à presença divina não é uma questão de acontecimentos, mas sim de escolhas. Como quero me sentir hoje?

Mas só não quero que as pessoas pensem que as escolhas que fizemos é fruto de algo superior. Como quando lançamos uma pergunta ao Universo e abrimos um capítulo de um livro ou pegamos uma carta de um baralho. Acho que não podemos responsabilizar ninguém mais além de nós mesmo pelas nossas escolhas. Você pode se sentir guiado, mas quem dá o passo são suas pernas.

Sei também que nem todos têm ou tiveram este tipo de experiência, mas é claro pra mim que elas existem. Não é questão de crença ou de se permitir. Nossa metade racional exige explicações e nem sempre dá abertura para os estímulos que vem além dos 5 sentidos. E se não consigo entender o que estou sentindo, prefiro não dar energia a este sentimento/sensação. Mas o sagrado continua presente em tudo.

E sentindo o sagrado, eu li e aproveitei para ouvir músicas e sentir, apenas sentir as boas sensações. E vim escrevendo, deixando as palavras dançarem no papel em branco. Sem julgamentos, sem perguntas, sem respostas.

Deixei o eu ser eu – completo – neste exato momento.

O que vem depois???

Não quero nem pensar nisto. Porque agora é momento de apenas se sentir conectado!

 

Leia também os posts: A dança e Eu lhe mandei o meu convite…

 

 

 

 

Daiana Strada é naturóloga. Para conhecê-la um pouco mais, acesse Profissionais.


Parceria Florescência

 

Por Márcia Watanabe Hitaka

 

Bem-vinda Primavera!

Acredito que não há melhor época do que esta para anunciar uma nova parceria, especialmente quando se trata do Spatiu Florescer e da farmácia de Manipulação, Florescência.

Pessoalmente, sou cliente da Florescência há muitos anos. Um local agradável, com bons preços e atendimento. A idéia da parceria surgiu há alguns meses e foi amadurecendo em minha mente. Durante uma conversa com a proprietária, Patrícia, sugeri a parceria e ela gostou da idéia. Assim, fomos elaborando e desenvolvendo essa semente.

Para conhecer a Florescência, leia a entrevista que segue:

 

Como surgiu a Florescência?

Estudei na UFSC e desde o início da faculdade de farmácia meu desejo, depois de formada, era trabalhar na área de farmácia de manipulação. Por isso, durante a vida acadêmica fiz estágios extra curriculares nesta área. Meu interesse sempre foi em participar ativamente do processo de obtenção do medicamento, de estar com o umbigo na bancada, como os farmacêuticos magistrais costumam dizer. Após a conclusão do curso de farmácia e bioquímica trabalhei por cerca de um ano em uma farmácia de manipulação da cidade e no ano de 2002, com o total apoio de meus pais, iniciamos as atividades da Florescência Farmácia de Manipulação. 

 

Quais os serviços e produtos oferecidos?

Trabalhamos com a manipulação de medicamentos alopáticos, fitoterápicos, nutrientes, cosméticos e Florais de Bach, além de óleos essenciais, essências para ambientes e roupas, chás, travesseiros e máscaras para olhos com ervas aromáticas e Bioflorais.

 

Fale-nos sobre a equipe

Contamos em nossa equipe com profissionais experientes que estão em constante treinamento, comprometidos em prestar um atendimento diferenciado, buscando atender todas as expectativas e necessidades de nossos clientes.

 

Qual o compromisso da Florescência?

Nosso maior compromisso é com a saúde e bem estar das pessoas, por isso, mantemos um rigoroso controle ao produzir os medicamentos manipulados. Realizamos o Controle de Qualidade em laboratório próprio e terceirizado, na entrada da matéria-prima, durante o processo de produção e depois do produto acabado, seguindo rigorosamente as exigências de Boas Práticas de Manipulação determinadas pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

 

  • Vantagens do Medicamento Manipulado:
    • Manipulação de fármacos ou ativos farmacêuticos não comercializados pela indústria;
    • flexibilidade de posologia e de concentração;
    • associação de fármacos;
    • possibilidade de manipular o fármaco numa forma farmacêutica mais conveniente ao tratamento;
    • o medicamento poderá ser aviado na quantidade exata ao tempo de tratamento, não havendo desperdícios e nem facilitando a automedicação.


Aos leitores do Blog e aos interagentes do Spatiu Florescer, a Florescência estará oferecendo os seguintes descontos:

  • Para quaisquer produtos manipulados (medicamentos, fitoterápicos, florais,
    cosméticos, etc): 10% desconto para pagamento em dinheiro ou cartão de
    débito.
  • Para produtos de revenda (essências, óleos essenciais, travesseiros, etc):
    5% desconto para pagamento em dinheiro ou cartão de débito.
  • A Florescência – Farmácia de Manipulação – fica na Rua Felipe Schmidt, 522 – Loja 2. (Referencia: em frente ao edifício Pórtico, ao lado da Cacau Show.)