Espaço Naturológico | Terapêutico | Preventivo

Arquivo para fevereiro, 2012

Analisando metafisicamente as preferências alimentares

 

Por Débora Pasquati

 

Retomando ao que começou a ser apresentado nos posts anteriores, vale lembrar o princípio básico da alimentação de compensar o que não se encontra na realidade e a relação direta entre características da personalidade e os hábitos alimentares. Uma vez que agora serão apresentadas algumas correlações entre os alimentos e aquelas pessoas que os preferem ou os repelem.

Quando a doçura emocional de que se necessita não é encontrada na realidade, tende-se a compensar essa fome de amor que não está sendo devidamente saciada, com o consumo de doces, os quais simbolizam o amor. De forma oposta, a total aversão por doces representa a não-aprovação de si mesmo, o que é muito comum nas pessoas que foram muito machucadas, ou que têm muito ódio guardado e que agora se encontram completamente fechadas para uma nova possibilidade de amor.

A exigência de uma dose maior de carinho e atenção por parte de crianças carentes fica evidente na presença de um desejo constante de ingerir doces de todos os tipos e a toda hora, desejo este que também é perceptível no adulto que está em falta com seu amor próprio.

O sal é o oposto do açúcar. A principal dificuldade daqueles que tem a tendência de exagerar no consumo de sal baseia-se em dar e receber amor. Costumam ser sós, se isolando do mundo e das pessoas por apresentarem grandes dificuldades de se envolver afetivamente com alguém, além de conviverem com constantes conflitos internos.

A carne, por ser um alimento de difícil digestão, tende a exigir muito do organismo. Esse fato denuncia uma característica comum aos carnívoros, ou seja, a de serem pessoas que dão conta de problemas difíceis e que gostam de grandes e fortes enfrentamentos. Já o gosto por legumes e verduras revela a preferência por fatos de fácil digestão, denunciando o tipo de pessoa para as quais não se deve levar grandes problemas e confusões que já não venham com as soluções junto. Enquanto que os que preferem o consumo de folhas não costumam ir fundo em nada, gostando sempre de se envolver nos assuntos apenas por alto.

As pessoas que gostam de frutas revelam a preferência por situações frutíferas, ou seja, aquelas que sempre acrescentam algo de novo em suas vidas. Já a preferência por sementes e castanhas, ocorre nas pessoas muito seletivas e racionais que gostam de chegar ao âmago das situações e com isso vivem arrumando problemas.

 

Leia também os posts: Metafisica I, Metafisica IINova Realidade de VidaGenética, Hereditariedade e MetafisicaA doença sobre uma visão metafisicaSistema Digestivo e Correlação entre personalidade e as preferencias alimentares.

 

 

Todo esse conhecimento metafísico você pode encontrar com mais detalhes nos quatro volumes da Coleção “Metafísica da Saúde”, dos autores Valcapelli e Gasparetto, da Editora Vida e Consciência. Livros os quais devem existir em todas as casas das pessoas que estão dispostas a tomar as rédeas das próprias vidas e deixar de apenas ir sobrevivendo um dia após o outro sempre procurando alguém ou algo para responsabilizar pelos seus próprios infortúnios e tristezas. 

 

 

 

Débora Pasquati é naturóloga. Desde 2009 vem incorporando a Metafisica em seus atendimentos. Para conhecê-la um pouco mais, acesse Profissionais.

 

 

(Crédito da imagem: By M.W.Hitaka)

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Autoestima

 

Por Fernanda Bonemann

 

Estimar significa: “perceber o valor que tem ou dar valor a algo ou alguém”, a palavra “auto” significa “de si mesmo” ou “para si mesmo”. Portanto, auto-estima é o estado psicológico de autovalorização, que é a convicção dos seus valores, virtudes e qualidades.

O ser humano é maravilhoso, mas a maioria não pensa dessa forma. O ponto de partida de todo processo pessoal e de todo o aperfeiçoamento é a simplicidade da aceitação. Aceitar-se é amar a si mesmo, é querer-se, é gostar-se, é ser aquilo que se é.

A auto-estima e a apreciação de todos os seus valores, qualidades e virtudes. É a autovalorização que define a importância de identificar os seus valores.

A autovalorização é uma forma de ressaltar o seu próprio “eu” e criar um estado psicológico de elevação que se denomina auto-estima. Ao perceber os seus valores, a pessoa tem muito mais possibilidades de usar os seus talentos. A autovalorização não diminui os outros, pelo contrário, quem se autovaloriza, valoriza também o próximo e dá exemplo de solidariedade.

Quanto maior a nossa auto-estima, mais alegria encontraremos no simples fato de ser, de despertar pela manhã, de viver dentro dos nossos próprios corpos, de desfrutar a vida com mais alegria e felicidade.

A auto-estima, por refletir um estado interior, se torna importante para todas as pessoas em todas as situações.

Quando perguntarem a Jesus qual era o maior de todos os mandamentos, ele respondeu: “amaras ao Senhor, teu Deus, de todo teu coração, com toda a tua mente e ao teu próximo como a ti mesmo”.

Nessa afirmação, Jesus coloca a importância de amar a se mesmo e ao próximo como a si mesmo. Esta é a grande verdade: ninguém ama a Deus nem ao próximo, se não ama a si mesmo.

A alta auto-estima eleva o estímulo de metas desafiadoras, provoca grandes ambições de crescimento e realização. A baixa auto-estima traz a acomodação, à segurança do que é conhecido e não exige mudanças.

É importante lembrar que em um grupo, seja ele do tipo familiar, social ou empresarial, é importante que cada membro mantenha, em relação a si, valores positivos.

Quando você se ama realmente, pode dizer com toda verdade que, mesmo que venha a perder aquele ou aquela que ama, jamais irá perder a si mesmo, pois o seu amor a si mesmo não depende dos outros. E esta é a principal condição de felicidade.

Ame a si mesmo. Goste de você, queira bem a você mesmo. Tenha carinho para com você. Fale e pense em você com amor, admiração e carinho. Crie um autoconceito positivo. Desenvolva uma auto-imagem positiva. Tenha orgulho de você mesmo por ser “a imagem e semelhança de Deus”.

 

 

Bibliografia:

OLIVEIRA, Tarsizo de – O Maravilhoso Poder Mental, 8ª edição. Editora Arthur, Criciúma: edição do Autor, 1989.

OLIVEIRA, Tarsizo de – O Triunfo Pela Oratória e Persuasão, 3ª edição. Editora Pallotti, Porto Alegre.

 

 

Fernanda Bonemann é psicoterapeuta. Graduanda em Naturologia Aplicada. Para conhecê-la um pouco mais, acesse Profissionais.

 

 

(Crédito da imagem: http://www.gettyimages.pt/detail/foto/self-assessment-imagem-royalty-free/86209781)


As diferenças entre chá verde, branco, preto e vermelho


 Por Daiana Strada

 

Para responder as minhas dúvidas e dos que me procuram para esclarecimentos a respeito da diferença entre estes chás, dei uma rápida pesquisada e para minha surpresa, descobri vários tipos, alguns quase desconhecidos para os brasileiros. Matérias sobre os benefícios, modo de preparo, cultivo e colheita da Camellia sinesis, existem inúmeras. Compartilho com vocês um pouco das minhas descobertas. Para saber mais, acessem os sites no final do texto.

 

Primeiro de tudo, chá branco / verde / oolong / preto são todos feitos a partir das folhas da planta Camellia sinensis. O produto final simplesmente depende de quanto tempo as folhas foram fermentadas/oxidadas.

 

Já o CHÁ VERMELHO ou ROOIBOS é uma planta completamente diferente, cresce na província do Cabo Ocidental, na África do Sul.  As folhas são verdes, mas ficam vermelhas quando oxidadas. Seus benefícios:

  • Naturalmente livre de cafeína e tem efeito calmante. Pode ser tomado antes de dormir.
  • Tem 50 vezes mais anti-oxidantes[1] que o Chá Verde.
  • Contém polifenólico que são anti-cancerígenos, anti-mutagênica, anti-inflamatória e anti-viral.
  • Teores baixos de taninos, que conferem gosto amargo e dificultam a absorção de ferro.
  • Contém manganês, cálcio e flúor para ajudar a construir os dentes e ossos fortes.
  • Pode ser dado a crianças que sofrem de cólicas, insônia ou dores de estômago e hiperatividade. Tem sabor doce natural.
  • Contém ácido alfa-hidroxi e zinco que é ótimo para a pele. Você pode até aplicá-lo diretamente sobre a pele para ajudar com eczema, acne, queimaduras solares, irritações e assaduras. Tem propriedade anti-alérgicas.
  • Pessoas com pedras nos rins podem beber, porque não há ácido oxálico.
  • Cheio de vitaminas e minerais como zinco, cobre, cálcio, potássio, magnésio (para o sistema nervoso central), manganês. Pode ser usado como suplemento natural.
  • Pode proteger contra o câncer, ataques cardíacos e derrames.
  • É prescrito para a tensão nervosa e depressão leve, pois tem ação sedativa e relaxante.
  • Ajuda a aliviar úlceras de estômago, náuseas, prisão de ventre e azia.

CHÁ VERDE: as folhas sofrem menos oxidação que o Chá Preto. A preparação do chá verde difere um pouco dos chás tradicionais. A água não deve estar fervendo, pois do contrário as folhas acabam sendo cozidas e liberam tanino que proporciona um gosto amargo à bebida. O tempo de infusão não deve ser maior que 3 minutos. E nunca reaqueça o chá. Benefícios:

  • Tem seis vezes mais antioxidantes do que o chá preto.
  • Contém tanino (que impede a absorção de ferro) e cafeína. Segundo a reumatologista Sylvana Braga, do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, a presença da cafeína e outras substâncias na infusão do chá aumentam a queima de calorias em cerca de 7%, por acelerar o metabolismo.
  • Reduz as doenças cardiovasculares e estimula o sistema imunológico.
  • Um estudo em ratos mostrou que o chá verde pode prevenir câncer de cólon em mais de 50% dos casos. Mas caso o tumor apareça há 80% menos chance dele ser maligno e seu crescimento também é mais limitado.
  • Evita a oxidação (e morte) dos neurônios durantes os episódios de falta de oxigênio causado pela apnéia, por isso neutraliza os efeitos neurológicos negativos desta doença.
  • Parece prevenir o mal de Alzheimer, evitando a formação de placas que levam a demência. O chá inibe a atividade de uma enzima que destrói a acetilcolina, uma importante substância encontrada nos neurônios. Pela sua ação anti-oxidante auxilia na redução do avanço e na prevenção do mal de Parkinson.
  • Pode bloquear a enzima que destrói cartilagem e leva à dolorosa artrite
  • Evita que o HIV se conecte a células saudáveis do sistema imunológico evitando que o vírus se espalhe e que destrua as células imunológicas, ainda em fase de estudo.
  • Melhora o fluxo sanguíneo e a habilidade de relaxamento das artérias e mantém os níveis de colesterol saudáveis.
  • Cremes com chá verde levam a melhorias significativas na elasticidade da pele.
  • Não deve ser ingerido por grávidas, por conter teofilina (componente da cafeína) e tanino que pode causar vômitos e náuseas.
  • Tem interações medicamentosas. Contém vitamina K que bloqueia a ação de medicamentos anticoagulantes. Potencializa a ação de doxoburricina e seus derivados.

O CHÁ PRETO é deixado oxidar, depois enrolado e finalmente seco em bandejas quentes. Devido a este processo as suas folhas ficam com aparência mais escura. Também contém maior concentração de cafeína e taninos e menor de anti-oxidantes, além de muitos minerais e vitaminas se perderem durante o processo. Mas é mais estimulante do sistema nervoso central e mantém a concentração por mais tempo.

Estudos afirmam que a oxidação não elimina as propriedades de saúde do chá, mas simplesmente reduz um tipo de antioxidante aumentando simultaneamente outros compostos que promovem a saúde. Um estudo chinês, em 2001, indicou até que as propriedades antioxidantes do chá verde e chá preto são iguais. Neste caso, vale a preferência do apreciador. Tem benefícios parecidos com o chá Oolong.

 

OOLONG é um chá chinês tradicional, situado entre o chá verde e o chá preto em termos de oxidação. Oolong é semi-oxidado; chá preto é totalmente oxidado e chá verde não é oxidado. Possui um sabor mais próximo ao chá verde do que ao chá preto. Benefícios:

  • Pode ser um complemento eficaz para hipoglicemiantes orais no tratamento da diabetes tipo 2.
  • Contém tanino e cafeína.
  • Contém polifenólicos que são anti-cancerígenos, anti-mutagênica, anti-inflamatória e anti-viral. Os mesmos polifenólicos podem ser úteis para o controle de cáries.
    • O chá Oolong e o chá Preto contém alta concentração de teaflavinass e tearubiguinas que são anti-alérgicas, anti-inflamatórias e anti-cancerigenas.
    •  Usar com cautela em portadores de úlcera péptica ou pacientes com problema de sangramento. Não usar em crianças, exceto se recomendado por um médico. Pessoas com batimentos cardíacos irregulares, mulheres grávidas e que estejam amamentando.

Por último temos o CHÁ BRANCO. É feito com os novos botões que cresceram e que não sofreram efeitos de oxidação. Os botões protegidos da luz do sol não formam a clorofila. Dizem que contém propriedade que ultrapassam o chá verde.

  • Contém maior concentração de antioxidantes e polifenólicos que os outros chás, por isso tem maior poder de prevenção contra diferentes cânceres e envelhecimento celular.
  • Contém vitamina B, C, K, manganês, potássio e ácido fólico e tanino.
  • Contém cafeína.

Portanto, todos os chás provenientes da planta Camellia sinesis, contém antioxidantes e cafeína. Cada um, numa porcentagem, dependendo de como foi processado.

Comparando, 100 ml de café contém 133,3 mg de cafeína, Chá Preto, 22,2 mg, Chá Verde 20 mg e Chá Branco 15 mg. Não encontrei a concentração de cafeína no Chá Oolong e demais variações, mas não deve mudar muito de um para o outro. Chá Vermelho não contém cafeína.

 

 

Sites pesquisados:

http://www.amigosdocha.com.br/

http://www.brasilescola.com/saude/cha-branco.htm

http://www.cha-verde.com/

http://www.chavermelho.org/

 

 

Daiana Strada é naturóloga. Para conhece-la um pouco mais, acesse Profissionais.

 

 

(Crédito da imagem:  http://www.informacaonutricional.net/nutricao/cha-verde-beneficios-como-prapa-para-que-serve/)

 


[1] Substâncias que previnem a oxidação das células e combatem os radicais livres prevenindo cânceres e o envelhecimento.


Fitoterapia na cozinha

 

Por Márcia Watanabe Hitaka

 

Uma ótima forma de utilizar menos sal no preparo dos alimentos, é usar as ervas e os condimentos naturais. Saborosos, preventivos e aromáticos!

 

Leia também o post: Aproveitando a nossa tropicalidade alimentar

 

Alecrim: cheio de qualidades terapêuticas. Revigorante, anti-reumático, diurético, digestivo, cicatrizante, sudação, combate às infecções e aos distúrbios nervosos. Estimulante mental.

Alho: ativa a circulação do sangue, estimulante cardíaco, regulador da pressão arterial. Beneficia a digestão, impede a proliferação dos micróbios, faz baixar a febre e ajuda a expulsar os parasitas intestinais.

Anis: além de perfumar os doces, previne indigestões. Anti-espasmódico e expectorante.

Canela: aromático. Indicado para tosses e resfriados. Num liquido quente, funciona como sudorífero.

Cardamomo: estimulante digestivo. Indicado para perda do apetite, náusea, cólicas, má digestão, fadiga, halitose e estresse.

Cebola: diurético, rico em vitamina A, B e C, ferro, cálcio, fosforo, potássio, sódio, enxofre, iodo, sílica. Assim como o alho, deve ser consumido, preferivelmente, cru.

Cebolinha: contém substancias capazes de impedir a formação de coágulos sanguíneos e baixar os níveis de colesterol.

Coentro: estimulante e quente. Indicado para dores, artrite, cólica, náuseas e enxaquecas.

Cominho: aquecedora. Enxaqueca, problemas digestivos, flatulência, indigestão e cólicas.

Cravo-da-India: perturbações gástricas, fermentação e flatulência. Estimula o sistema respiratório. Energético, estimulante e afrodisíaco.

Curry: a cúrcuma, um dos ingredientes do Curry, defende o sistema nervoso contra males degenerativos.

Estragão: usada para aromatizar a mostarda, além de compor os temperos conhecidos como ervas da Provença. Indicado como aperitivo, carminativo, digestivo, tônico estomacal, vermífugo, calamante das cólicas menstruais.

Funcho: regularizador do ciclo menstrual, diurético, combate vômitos.

Hortelã: excelente antisséptico, eficaz contra digestões difíceis, aerofagia, insuficiência hepática e vômitos.

Louro: facilita a digestão, ajuda no tratamento das bronquites crônicas.

Manjericão: alivia enxaqueca, flatulência, aerofagia, insônia. Em chás, para gripes, tosses, resfriados e inflamações na garganta.

Manjerona: calmante, indicado para problemas menstruais, cólicas, tosse, flatulência e estresse.

Mostarda: estimula o funcionamento do pâncreas e dos rins, auxilia a digestão. Com moderação.

Noz-moscada: ótimo em molhos e carne branca, auxiliando na digestão destes pratos.

Óregano: suas folhas e flores tem reconhecida ação bacteriana e auxiliam a digestão.

Páprica: tônico da memoria.

Pimenta: combate fadiga e sonolência. Acelera os batimentos cardíacos, aumenta a produção de suor, o que faz o corpo queimar energia e eliminar os quilos a mais. Com moderação.

Raiz-forte: fortificante, diurético e amigo das vias respiratórias.

Salsa: diurética, tônica, regulariza funções menstruais, inchaços do abdômen. Diminuem o risco de doenças do coração, derrame, catarata e câncer.

Sálvia: regulador do sistema reprodutivo feminino. Indicado para amenorreia, dismenorreia, menopausa e TPM.

Segurelha: retarda o envelhecimento da pele, combate os distúrbios circulatórios.

Serpão: ação antisséptica, eficaz contra as anginas, resfriados e a artrite.

Tomilho: possui as mesmas qualidades que o Serpão, auxiliando ainda nos distúrbios da circulação e nas alergias.

Zimbro: combate reumatismo e gota, incorporada aos chucrutes e as conservas.

 

 

Literatura consultada:

CORAZZA, S. Aromacologia – uma ciência de muitos cheiros. São Paulo: Senac, 2002.

Guia compacto das plantas medicinais. São Paulo: Rideel, 2002

Novo guia de nutrição. São Paulo: Abril, 2010.

 

 

Márcia Watanabe Hitaka é naturóloga. Para conhecê-la um pouco mais, acesse Profissionais.

 

 

(Crédito da imagem: By Itirama, M.Watanabe)