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Analisando metafisicamente as preferências alimentares

 

Por Débora Pasquati

 

Retomando ao que começou a ser apresentado nos posts anteriores, vale lembrar o princípio básico da alimentação de compensar o que não se encontra na realidade e a relação direta entre características da personalidade e os hábitos alimentares. Uma vez que agora serão apresentadas algumas correlações entre os alimentos e aquelas pessoas que os preferem ou os repelem.

Quando a doçura emocional de que se necessita não é encontrada na realidade, tende-se a compensar essa fome de amor que não está sendo devidamente saciada, com o consumo de doces, os quais simbolizam o amor. De forma oposta, a total aversão por doces representa a não-aprovação de si mesmo, o que é muito comum nas pessoas que foram muito machucadas, ou que têm muito ódio guardado e que agora se encontram completamente fechadas para uma nova possibilidade de amor.

A exigência de uma dose maior de carinho e atenção por parte de crianças carentes fica evidente na presença de um desejo constante de ingerir doces de todos os tipos e a toda hora, desejo este que também é perceptível no adulto que está em falta com seu amor próprio.

O sal é o oposto do açúcar. A principal dificuldade daqueles que tem a tendência de exagerar no consumo de sal baseia-se em dar e receber amor. Costumam ser sós, se isolando do mundo e das pessoas por apresentarem grandes dificuldades de se envolver afetivamente com alguém, além de conviverem com constantes conflitos internos.

A carne, por ser um alimento de difícil digestão, tende a exigir muito do organismo. Esse fato denuncia uma característica comum aos carnívoros, ou seja, a de serem pessoas que dão conta de problemas difíceis e que gostam de grandes e fortes enfrentamentos. Já o gosto por legumes e verduras revela a preferência por fatos de fácil digestão, denunciando o tipo de pessoa para as quais não se deve levar grandes problemas e confusões que já não venham com as soluções junto. Enquanto que os que preferem o consumo de folhas não costumam ir fundo em nada, gostando sempre de se envolver nos assuntos apenas por alto.

As pessoas que gostam de frutas revelam a preferência por situações frutíferas, ou seja, aquelas que sempre acrescentam algo de novo em suas vidas. Já a preferência por sementes e castanhas, ocorre nas pessoas muito seletivas e racionais que gostam de chegar ao âmago das situações e com isso vivem arrumando problemas.

 

Leia também os posts: Metafisica I, Metafisica IINova Realidade de VidaGenética, Hereditariedade e MetafisicaA doença sobre uma visão metafisicaSistema Digestivo e Correlação entre personalidade e as preferencias alimentares.

 

 

Todo esse conhecimento metafísico você pode encontrar com mais detalhes nos quatro volumes da Coleção “Metafísica da Saúde”, dos autores Valcapelli e Gasparetto, da Editora Vida e Consciência. Livros os quais devem existir em todas as casas das pessoas que estão dispostas a tomar as rédeas das próprias vidas e deixar de apenas ir sobrevivendo um dia após o outro sempre procurando alguém ou algo para responsabilizar pelos seus próprios infortúnios e tristezas. 

 

 

 

Débora Pasquati é naturóloga. Desde 2009 vem incorporando a Metafisica em seus atendimentos. Para conhecê-la um pouco mais, acesse Profissionais.

 

 

(Crédito da imagem: By M.W.Hitaka)

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