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Aromaterapia – Perfil: Cipreste

 

Por Márcia Watanabe Hitaka

 

Denominação botânica: Cupress sempervirens

 

Processo de extração: Destilação a vapor das folhas e pinhas. Necessários 100 kg de cones e madeiras para extrair 1 kg de óleo essencial.

 

Nota perfumística: meio

 

Persistência da nota inicial: média

 

Descrição olfativa: fresco, herbal, balsâmico, levemente acre

 

Principais componentes químicos: furfural, d-pineno, d-canfeno, cimeno, d-terpineol, cânfora cipreste, silvestreno, sabinol, mirceno, careno.

 

Indicações: Processos de desintoxicação do organismo, estimula a produção de hormônios, em edemas, enurese noturna, hemorragias na gengiva e nasal, crises biliares, retenção de líquido, celulite, pele oleosa, anti-séptico para os pés e axilas, tônico do sistema circulatório, repelente de insetos.

 

 Efeitos emocionais: transmite energia e força. Indicado para pessoas que não possuem mais estímulos suficientes ou sentido de viver. Fortalece o espirito de luta para alcançar suas metas. Desânimo.

 

Cuidados: Não utilizar durante a gravidez e em crianças. Nunca massagear sobre as varizes.

 

 

História – Davis (1996) nos traz as seguintes informações:

  • Elemento familiar nas pinturas de Cézanne e Van Gogh;
  • Árvore associada aos cemitérios. Uso que talvez derive do fato de que tanto os antigos egípcios como os romanos consagravam a árvore a seus deuses da morte e do mundo subterrâneo;
  • A palavra sempervires, presente em seu nome cientifico, significa “sempre-vivo”. É possível que o verdume perpetuo das arvores tenha sido usado também como símbolo da vida após a morte.

Corazza (2002), nos acrescenta, as seguintes informações:

  • Como a madeira é praticamente imune a putrefação, os antigos egípcios a utilizavam na construção de sarcófagos;
  • No Tibete, o incenso de cipreste é usado para purificação.

Relatos sobre a utilização: Utilizei-o em sessões de massoterapia, misturado em um creme para massagem corporal. A pessoa passava por uma situação de luto. Infelizmente esse período já se arrastava há anos. A simples menção ao fato, as lagrimas vinham. Sentia também, muitas dores no corpo, desanimo e cansaço. Ulrich (2004), coloca que este óleo ajuda a eliminar a tristeza, aflições e desgostos. Gera mais energia e vigor, aumenta a criatividade e o otimismo.

 

 

 Bibliografia consultada:

Corazza, S. Aromacologia – uma ciência de muitos cheiros. São Paulo: Senac, 2002.

Davis, P. Aromaterapia. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

Farias, F., Duarte, J. Apostilas da cadeira de Aromaterapia – material não publicado: Unisul, 2006.

Silva, A. R. Tudo sobre aromaterapia. São Paulo: Roca, 2001.

Ulrich, H. N. Manual prático de aromaterapia. Porto Alegre: Premier, 2004.

 

 

Para compreender o Mecanismo de ação dos óleos essenciais, veja posts Aromaterapia: Fragrâncias no ar e Óleo essencial e essência.

 

 

Márcia Watanabe Hitaka é naturóloga, pós-graduanda em Acupuntura. Para conhecê-la um pouco mais, acesse: Profissionais.

 

 

(Crédito da imagem: isadoralaureano.blogspot.com)

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