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Aromaterapia – Perfil: Funcho

 

Por Márcia Watanabe Hitaka

 

Para compreender o Mecanismo de ação dos óleos essenciais, veja posts Aromaterapia: Fragrâncias no ar e Óleo essencial e essência.

 

Denominação botânica: Foeniculum vulgare

Processo de extração: Hidrodestilação do fruto seco e maduro após serem esmagados. São necessários de 30 à 40 kg da semente para extrair 1 kg de óleo essencial.

Nota perfumística: saída/meio

Persistência da nota inicial: de média a forte

Descrição olfativa: doce, um pouco apimentado, igual ao aroma de alcaçuz (anis)

Principais componentes químicos: 75 à 85% de anetol, d-felandreno e d-limoneno.

 

Indicações: Media a regulação de estrógeno, alivia a TPM, amenorreia, metrorragia, polimenorréia, sintomas de menopausa, colites, constipação, infecções do trato urinário, celulite, retenção de líquidos, náuseas, flatulência, cólicas, indigestão, inibidor do apetite, pele seca e envelhecida.

 

 Efeitos emocionais: aumenta a clareza mental e o dinamismo pessoal.

 

Cuidados: Não utilizar durante a gravidez e em crianças. Epilepsia, possível carcinogênico. Evitar em endometriose, hiperplasia prostática e cânceres que dependem de reposição hormonal. Narcótico em grande quantidade. Não utilizar em conjunto com Paracetamol, bebidas alcoólicas e insuficiência hepática.

 

História – Corazza (2002) nos traz as seguintes informações:

  • O funcho doce tem sido usado para propósitos medicinais e culinários através dos séculos;
  • Na Grécia, era símbolo de êxito e força. Os atletas o usavam em infusão para obter resistência, valor e prevenir o aumento de peso;
  • No Cristianismo, foi dedicado a Dão João Batista e usado em guirlandas feitas de seus talos e folhas.

 

 

Ulrich (2004), acrescenta a seguinte informação:

  • Os antigos povos egípcios e chineses utilizavam essa planta para afastar os espíritos ou influencias malignas.

 

 

Relatos sobre a utilização: Utilizei-o em casos de sobrepeso, ansiedade, irritação e nervosismo.

 

Dica: Na hora da compra, preste atenção ao nome cientifico, que constará no rotulo do vidro. Nas lojas, é comum confundirem com a Erva-doce.

Em Teske e Trentini (2001),..[…]suas flores são amarelas, no que difere da Erva-doce, que possui flores brancas.

 

 

 Bibliografia consultada:

Corazza, S. Aromacologia – uma ciência de muitos cheiros. São Paulo: Senac, 2002.

Davis, P. Aromaterapia. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

Farias, F., Duarte, J. Apostilas da cadeira de Aromaterapia – material não publicado: Unisul, 2006.

Silva, A. R. Tudo sobre aromaterapia. São Paulo: Roca, 2001.

Teske, M., Trentini, A. M. M. Herbarium – compêndio de fitoterapia. Curitiba: Herbarium, 2001.

Ulrich, H. N. Manual prático de aromaterapia. Porto Alegre: Premier, 2004.

 

 

 

Márcia Watanabe Hitaka é naturóloga, pós-graduanda em Acupuntura. Para conhecê-la um pouco mais, acesse: Profissionais.

 

 

 

(Crédito da imagem: psychotropia.co)

 

 

 

 

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