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Arquivo para novembro, 2012

Florais de Bach – Perfil: Chestnut Bud

 

Por Márcia Watanabe Hitaka

 

“A compreensão de onde estamos errando e o esforço sincero para corrigir a falha levam não apenas a uma vida de alegria e paz, como também à saúde”. Dr. Bach

 

 

Para estar por dentro da terapia floral, veja os posts: Os remédios florais do dr. Bach, Florais de Bach: Rescue Remedy e Florais de Bach no dia-a-dia.

 

Para a formatação do perfil abaixo, utilizei como principal referência o livro da Dra Carmen Monari (2002).

 

PERFIL: CHESTNUT BUD (Aesculus hippocastanum)

I-             Pertence ao grupo de Falta de interesse no presente.

 

II-            Indicação:

Aspectos negativos: Leva muito tempo para aprender com as experiências vividas. Fica repetidamente cometendo o mesmo erro. Repetição compulsiva. Coloca-se em situações lamentáveis.

Aspectos positivos: Adquire conhecimento e sabedoria com as experiências, observa atentamente os erros cometidos. Observa e aprende com os outros.

 

 

III-           Qualidades da alma a serem trabalhadas: Compreensão. Entendimento na percepção corporal.

 

IV-          Mensagem: Aprendizado e compreensão da existência do corpo na Terra.

 

V-           Princípios a serem trabalhados: Viver e luz.

Viver: Viver o presente com compreensão. Participar e ter o aprendizado das experiências pelas quais passamos.

Luz: Raio Amarelo Dourado. Luz da sabedoria universal. Acender nossa matéria.

 

VI-          Simbolismo: Cavalo

Como ele é feito com a “árvore do Cavalo”, tem incorporado dentro de si a energia do animal. É um animal com um grande senso de percepção, pressente os perigos e tem os sentidos bem desenvolvidos, para receber as mensagens externas e ter as respostas instantâneas.

 

VII-        Cuidados ou contra-indicações: nada consta na literatura consultada.

 

VIII-       Eis como identifico o crescimento do meu potencial positivo Chestnut Bud:

“Percebo os meus padrões de reação automática. Agora sei melhor porque faço determinada coisa e todos os dias aprendo mais a esse respeito”. Scheffer, M.

 

 

Bibliografia consultada:

JONES, T.W.H. Dicionário dos remédios florais do dr. Bach. São Paulo: Pensamento, 1998.

MONARI, C. Participando da vida com os florais de Bach. São Paulo: Roca, 2002.

PARONI, M. & PARONI, C. Aprenda a ser feliz com os Florais de Bach. São Paulo: Paroni, 2008, 6ª ed.

SCHEFFER, M. Florais de Bach. São Paulo: Pensamento: 2007.

 

 

Márcia Watanabe Hitaka é naturóloga, pós-graduanda em Acupuntura. Para conhecê-la um pouco mais, acesse: Profissionais.

 

 

(Crédito da imagem: http://www.edwardbach.org)

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Ametista

 

Por Evellyn Stimamiglio Wagner

 

Os cristais sempre crescem sobre uma base (substrato). As pirâmides prismáticas se desenvolvem pouco, por isso predominam as pontas dos cristais (ametista pontiaguda). Nestas pontas é onde a cor é mais intensa.

– Cor: varia do violeta escuro ao pálido lilás, com faixas esbranquiçadas chegando à transparência.

– Composição química: óxido de silício.

– A ametista vem da palavra grega amethystos, que significa desintoxicante.

Cada cristal apresenta determinada propriedade energética sutil e vibracional:

– A ametista é muito usada na meditação devido a sua propriedade de transformação da energia, de purificação e de limpeza;

– Tranquilizadora, tem habilidade de acalmar a mente e focar a atenção.

– Permite se conectar com a sabedoria e o mundo interior.

– No século XV, acreditava-se que a Ametista tinha o poder de controlar pensamentos maléficos, aguçar a inteligência e tornar os homens hábeis em negócios. Acreditava-se também que protegia os soldados contra os ferimentos e lhes assegurava vitórias sobre seus inimigos.

– Efeitos terapêuticos positivos para o corpo e a mente.

– Traz harmonia e força para enfrentar situações adversas.

– Atua no sistema hormonal, fortalece o sistema circulatório e imunológico, acalma o sistema nervoso e ajudam na transmissão dos sinais neurais.

– Equilibra altos e baixos emocionais extremos.

– Ajuda no controle metabólico, aumenta capacidade de memória e motivação (tornando os objetivos mais claros, mais realistas e mais fáceis de alcançar). No entanto, esse cristal deve ser usado com precaução em pessoas com tendências paranoicas ou esquizoides.

– Auxilia as pessoas a ficarem menos dispersas.

– Ajuda a vencer o medo, a ansiedade e descarregar a raiva.

– Alivia dores físicas e emocionais.

– É a pedra da piedade e impede que os que a usam caiam no pecado da embriaguez.

– Considerado um amuleto contra doenças contagiosas.

– Dá sorte, estabilidade, protege dos feitiços e das nostalgias.

– Além do mais, é indicado para relaxamento muscular, insônia, sono tumultuado, estresse e doenças psicossomáticas.

 

 

 

Referências:

O poder dos cristais. São Paulo: Martin Claret, 1995.

SCHUMANN, W. Gemas do mundo. Rio de Janeiro: Ao livro técnico, 1995.

SULLIVAN, K. A magia dos cristais: a descoberta consciente do poder das pedras. Rio de Janeiro: Objetivo, 1987.

 

 

 

Sobre pedras, leia também os posts: A energia das pedras e os chakras, Escolha, limpeza e energização, Acessórios no dia-a-dia e Algumas pedras e suas indicações.

 

 

 

Evellyn Stimamiglio Wagner é naturóloga, pós-graduanda em Acupuntura. Para conhece-la um pouco mais, acesse Profissionais.

 

 

 

(Crédito da imagem, pontas: www.rakelpossi.com)

(Crédito da imagem, ametistas roladas: http://www.agataweb.com.br)